O ouro e o dólar lideraram o ranking das aplicações com alta de 8,79% e 7,54%, respectivamente, no primeiro semes
tre, período marcado pelo aprofundamento da crise na Europa. No período, o dólar comercial subiu de R$ 1,869 para R$ 2,01 com a volta da apreensão e do medo nos mercados. O cenário adverso também impulsionou o ouro. E, apesar da crise na Europa, até o euro teve recuperação e subiu 6,8%. Já o desempenho das bolsas, como o Ibovespa, principal índice da Bolsa
brasileira, teve queda de 4,23% no semestre, postergando as expectativas que previam uma recuperação dos mercados como já ocorre nos EUA. A Bolsa de Nova York termina o semestre com alta de 5,42% no índice Dow Jones, das 30 maiores empresas americanas. A Nasdaq, onde são negociados papéis de empresas de tecnologia, subiu 12,66%.
Renda fixa é melhor aplicação desde o Plano Real
A renda fixa, medida pela C
DI (Certificado de Depósito Interbancário), foi a aplicação com o maior retorno no período de 18 anos, quando teve início o Plano Real, de acordo com levantamento da consultoria Economatica. Os ganhos, descontada a inflação pelo IPCA , foram de 605% para quem aplicou em renda fixa entre 30 de junho de 1994 e a última quarta-feira. As aplicações no Ibovespa ficaram com a segunda melhor colocação, somando rentabilidade de 261%. Na sequência aparecem o ouro (115%) e a poupança (103%). Já as aplicações que têm retabilidade atrelada ao dólar Ptax (venda) perderam 48,8% no período.
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