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A decisão do PDT de votar contra o projeto de lei que cria o fundo de previdência complementar para os servidores públicos pode custar ao partido o cargo de ministro do Trabalho, ocupado por um interino desde a saída de Carlos Lupi. A
bancada na Câmara fechou questão contra o projeto, o que significa a obrigatoriedade dos deputados de rejeitar o texto, sob pena de punição da legenda. O PDT não aceita, por exemplo, que o fundo de previdência dos funcionários públicos que ganham mais de 10 salários mínimos seja administrado por bancos privados. O partido também exige que a futura lei do fundo de pensão traga explícito no texto a obrigatoriedade do cumpriment6o das metas atuariais, aquele percentual de rendimento de todas as aplicações da entidade acima da inflação. O projeto volta a ser discutido no Congresso depois do Carnaval.
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