18 de out. de 2011

O tempo passa, o tempo voa...



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Então terceiro maior banco privado do país, o Bamerindus esfacelou-se em 1997. Sua clientela e seus ativos sadios foram incorporados pelo HSBC. A parte podre ficou com o dono, José Eduardo Andrade Vieira, e seus sócios. Inconformado com a solução dada pelo Banco Central, Vieira clamou por uma indenização bilionária na esfera judicial. O Banco Central (BC) finalmente venceu o processo. O ministro Castro Meira, do Superior Tribunal de Justiça, concluiu o óbvio: o BC só interveio no Bamerindus porque ele não era mais capaz de saldar seus compromissos.

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