O Planalto decidiu ficar em silêncio no debate sobre a criação da nova CPMF. Há muitos cálculos envolvidos na decisão. O primeiro: o
Planalto continua inteiramente convencido de que um reforço de verbas é necessário, por mais radicais que sejam as melhorias a fazer na gestão. O segundo: a ideia de criar um novo imposto, qualquer um, jogará o governo contra uma fatia grande da classe média, situação que o Planalto não se dispõe a enfrentar. Terceiro: na situação atual, o rombo maior ficará com os governadores de Estado e não com Brasília. Conclusão: o governo deve ficar quieto e cozinhar o tema, quem sabe até o fim do mandato de Dilma.
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Que o Brasil é o "inferno" dos impostos, todo mundo sabe disso. Também é verdade que o descontrole sobre a arrecadação e a aplicação dos mesmos é grande. O que precisamos, ao meu ver, não é de criação de novos impostos, mas de uma administração ética e de qualidade dos impostos que já existem. Assim, quem sabe, num futuro próximo nem seja mais necessário tantos impostos assim. Um abraço, meu amigo.
ResponderExcluir"Administração ética e de qualidade dos impostos que já existem". Esse deveria ser o foco do governo e você tem razão. No entanto não se tem grande esperança de que impostos diminuirão, vsito que a ineficiência do Estado é a causa da continuidade de novos tributos e enquanto isso, a aplicação devida...essa continuará apenas mais de tantas utopias que o contribuinte sonha...sonha...mas não se realiza. Abraços!
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