5 de out. de 2011

Guardado a sete chaves

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Desde o início do ano, o Itamaraty recebeu da Câmara 693 pedidos de passaporte diplomático para suas excelências e familiares. Dá uma média de três documentos expedidos por dia. Quem os possui tem fila de entrada separada nos aeroportos e tratamento menos rígido nos departamentos de imigração. Em alguns países que exigem visto, o passaporte diplomático o torna dispensável. Até aí nada a reparar. A lei concede esse beneficio aos deputados. O problema é que a lista dos beneficiados - tanto de parlamentares quanto de seus familiares - deveria ser pública, mas é mantida em segredo pelo deputado Marco Maia, o presidente da Câmara.

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