18 de out. de 2011

Dirceu quer levar sua defesa para o plano espiritual


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Em suas alegações finais apresentadas ao Supremo Tribunal Federal, o ex-ministro José Dirceu proclama-se inocente com um argumento que é pura filosofia lógica. Diz que não faz sentido dizer que os deputados do PT precisavam receber propinas para votar em projetos de um governo do próprio partido. Pode ser. Mas Dirceu também alega que não tinha nenhuma influência sobre o tesoureiro Delúbio Soares. Aí não dá para acreditar.

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