15 de set. de 2011

Pesquisadores testam novo tipo de transplante que pode melhorar a vida dos diabéticos

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Post p/ Chimarrão, em 15/09/2011

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Uma nova técnica para evitar a rejeição e aumentar a segurança nos transplantes de ilhotas de Langerhans grupo de células do pâncreas responsável pela produção de insulina – está sendo estudada por pesquisadores da USP. O objetivo do transplante é fazer com que os portadores de diabetes tipo 1 não precisem mais tomar injeções de insulina diariamente. Com a nova técnica, os médicos conseguem também evitar a rejeição às células transplantadas e a eliminar a obrigação do paciente ter que tomar remédios imunossupressores (para reduzir a atividade ou a eficiência do sistema imunológico). A pesquisa cita que, a administração dos remédios para evitar a rejeição é complicada porque, além de serem medicamentos caros, provocam efeitos colaterais indesejáveis. Alguns deles são causadores de diabetes, outros derrubam a imunidade. A nova técnica só é usada em casos extremos, quando o paciente diabético tipo 1 não consegue controlar a glicemia só com insulina. No Brasil foram feitos transplantes desse tipo em cinco pacientes entre 2002 e 2006. A intenção da nova técnica é “enganar” o organismo ao encapsular as ilhotas e torná-las invisíveis ao sistema imunológico, que assim não consegue atacá-las. O método é rápido e nada invasivo, já que consiste em introduzir uma cápsula com as ilhotas por meio de uma agulha e um cateter na região próxima ao fígado.

Fonte: Correio do Brasil

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