18 de ago de 2013

'A gente não se conforma', diz mãe de criança morta após ser medicada

São Paulo - Polícia
A mãe da bebê de um mês e dez dias que morreu devido a uma suposta reação alérgica após ser medicada no Hospital Municipal de Itirapina (SP), na noite de sexta-feira (9), disse que a família está indignada com o descaso no atendimento. “A gente não se conforma e só chora. Eu quero justiça para que isso não aconteça com mais ninguém”, desabafou a auxiliar de produção Maria Aparecida da Silva Santos, de 25 anos, que registrou um boletim de ocorrência. O G1 tenta há nove dias falar com a secretária da Saúde do município, Maria José Cândido, mas ela não atendeu e não retornou as ligações para comentar a morte da menina.

O delegado José Francisco Minelli disse que o caso foi registrado como homicídio culposo, mas ele vai aguardar o resultado da autópsia feita no Instituto Médico Legal (IML) de Rio Claro para saber o que realmente aconteceu. “Há um inquérito instaurado, mas vamos esperar o laudo que é fundamental. Se foi um erro, vamos pedir o prontuário e ouvir os funcionários do hospital”, disse.
Segundo a mãe, a pequena Emilly Kauany estava com diarreia e foi levada ao hospital por volta das 20h. Após passar por consulta, a criança foi medicada com soro teve algumas reações logo depois. “Pedi para chamar a enfermeira, ela falou que aquilo era normal e ainda tirou onda com a minha cara, dizendo que eu era mãe de primeira viagem”, relatou a mãe.
G1 São Paulo

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